CONSIDERAÇÕES SOBRE O ROQUE
Abandonei o rock em 1999. Abandonei em todos os sentidos. Não tenho a menor idéia do que se passa nesta década de 00. Na verdade, de tudo o que eu ouvi, nada me pareceu sincero e original. White Stripes, talvez, mas no mais, reciclagem da reciclagem da reciclagem. No mais, as coisas que mais me chamaram atenção na década foram Outkast(que lançou o disco do século até o momento) e Arcade Fire. Acho um saco as “novas divas” Diana Krall e Norah Jones. Não suporto os “violeiros” Jack Johnson, John Mayer e Donovan Frankenheiter. Respeito o PASSADO do Ben Harper.
Tem as bandas “THE” alguma coisa, que se proliferaram na década. Nunca gostei dos Strokes, apesar de achar que eles têm algum mérito. Depois que lançaram Vines e Hives, que duraram um disco só no revival idiota do rock mais puro(sem a pureza necessária, diga-se de passagem), eu larguei definitivamente.
Tem uns caras aí, Arctic Monkeys. Ouvi. Não gostei. E tem o nome do momento, chamado Pete Doherty. O cara era do Libertines, que era uma merdinha, e agora tem uma banda chamada Babyshambles, que eu nunca ouvi. E ele faz isso. Esse cara deveria ser preso, enjaulado e currado dentro da prisão por travestis senegaleses pra depois retomar a vida normal. Que imbecil, puta que o pariu. Quem diabos é Pete Doherty? O que ele fez para a música? Qual a contribuição considerável deste cidadão?
Por estas e outras, larguei o rock.
Em breve, considerações sobre o rock do Reino Unido. Porque o que se faz lá, ou o que se FEZ lá, é bem mais do que apenas Oasis e Coldplay.